Qual o caminho da dor no nosso corpo?

Imagine que você está andando num campo cheio de flores coloridas, numa grama verdinha, borboletas brincam com as flores (ai que bom, né?)… você está sorridente, tira os sapatos para sentir a natureza e sai correndo do meio das flores feliz da vida…. e então… então… surge uma pedra no meio do caminho e você dá uma violenta “topada” com o dedão (aiiii!! que dor!!!).

Saiba que, desde o momento que você deu a topada na pedra até o momento de sentir a dor, várias reações acontecem em seu corpo (parece instantâneo, mas não é!)… O choque da topada afeta algumas células naquela região e essas imeditamente liberam substâncias que carregam a mensagem da dor para o neurônio primário que ligam a periferia (nesse caso, o dedão do pé) à medula espinhal. As substâncias que atuam no neurônio primário fazem com que ele mande a mensagem dolorosa para o neurônio secundário parte da medula espinhal levando a mensagem para o cérebro… Só aí é que você percebe que há dor… e então solta aquele: “Aaaaaaaai!!!” ou “*&°§@*?+#”.

O legal disso tudo é que o próprio organismo tem maneiras de controlar a dor, produzindo endorfinas (ufaaa!!) que atrapalham a comunicação entre o neurônio primário e secundário, impedindo que a mensagem dolorosa chegue ao cérebro… Mas infelizmente essas substâncias nem sempre evitam a dor, e aí não tem jeito… Tem mesmo que tomar análgésicos que impedem que as substâncias mensageiras da dor sejam liberadas e atuem sobre os neurônios primários, ou então, na medula espinhal e no cérebro evitando que a mensagem de dor seja transmitida.

De quem é culpa da dor que você sentiu quando deu uma “topada” na pedra? Da substância que libera a mensagem da dor? Do neurônio primário? Do neurônio secundário? Do cérebro? Da falha das endorfinas?

vi essa postagem num blog http://mhp-bio.blogspot.com/, achei muito interessante e resolvi colocar aqui

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Sobre EEBM

Bióloga pela UCSal (2012). Especialização em Ecologia e Intervenções Ambientais. Realiza estudos de ecologia de manguezal, inventário faunístico (crustáceos).

Publicado em 16/07/2009, em Corpo e marcado como , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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